MILÃO - ITÁLIA


Milão faz o papel da metrópole moderna e cosmopolita na Itália. Com o bônus de que seu rico passado cultural e arquitetônico também faz bonito diante de quem a visita. Milão é o reino encantado dos apaixonados por moda, que têm como templo sagrado o chamado Quadrilátero de Ouro, conjunto de ruas em que as grifes mais chiques e caras do mundo disputam a atenção dos transeuntes. E a elegância milanesa transcende as peças que Versace, Dior, Prada e outros craques da alta costura exibem nas vitrines, aparecendo também na grandiosidade do Duomo ou em outras igrejas mais singelas como a Santa Maria delle Grazie (onde repousa A Última Ceia, de Leonardo da Vinci, Galeria Vittorio Emmanuelle II e Teatro La Scala. 

















ROMA - ITÁLIA - PIAZZA NAVONA

Construída sobre as ruínas de um antigo estádio romano (daí seu formato em elipse), nesta agradável praça encontram-se cafés, restaurantes e artistas vendendo seus trabalhos. Contudo, o que faz da Piazza Navona em um dos espaços públicos mais belos de Roma é a combinação de três belas fontes (a Fontana dei Quattro Fiumi, ao centro, com um obeliso egípcio, homenageia quatro grandes rios: Nilo, Danúbio, Prata e Ganges), igrejas como Sant'Agnese e palácios renascentistas, como o Pamphilj, sede da embaixada brasileira na Itália.

















VERONA - ITÁLIA


Cercada pelo rio Ádige de um lado e pelas colinas da outra parte, Verona é uma das metas turísticas e culturais mais importantes do Vêneto. A sua evolução percorre as épocas mais importantes da história italiana: a sua posição geografica foi de fundamental importância para os períodos do Resurgimento até aos modernos percursos comerciais.
Apesar de Romeu e Julieta ser uma obra fictícia, muita gente jura que seus protagonistas de fato existiram. Este é o seu santuário oficial. Trata-se de um lindo casarão com jardim interno que, há um século, foi reformado para receber os devotos da saga do trágico casal. No pátio está a estátua de bronze de Julieta, cujo seio direito, segundo reza a lenda, traz boa sorte a quem o toca. A varandinha do andar superior é o cenário perfeito para o romance de Shakespeare.









NAPOLI - ITÁLIA


De seu fervilhante Centro repleto de deliciosos cafés e doceiras às colinas de Vomero, acessíveis via teleférico e das quais se contempla o azul do Mar Tirreno, sem contar a parte antiga e o vulcão Vesúvio, é a terceira maior cidade italiana após Roma e Milão. Andar por suas vielinhas, embaixo das insubstituíveis roupas penduradas nos infinitos varais, é uma experiência única.








VENEZA - ITÁLIA


A geografia labiríntica de Veneza surgiu durante as invasões bárbaras, intensificadas nos séculos 5 e 6, quando habitantes de povoados do Vêneto e de regiões vizinhas eram forçados a fugir para onde desse, inclusive para essas pequenas ilhas. Novas comunidades insulares foram se formando, e por volta do século 10 Veneza já era uma força comercial que se espalhara pelo Mediterrâneo, conquistando territórios que se estenderam até a Grécia. Tal poder propiciou também o desenvolvimento cultural e arquitetônico da cidade, que se transformaria em perfeito museu ao ar livre, romântico em um nível quase inimaginável e que atrai a visita de multidões de turistas a cada ano. Sobretudo no verão, é difícil escapar de filas ou congestionamento de pedestres entre os bequinhos, praças e vielas repartidos pelos seis sestieri (distritos) da cidade. A Piazza San Marco, o Canal Grande, a Ponte Rialto são disputados por muitos o ano todo. Mesmo lotada, porém, Veneza é inesquecível.
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