ROMA ANTIGA - ITÁLIA

Um dos ícones arqueológicos – e turísticos – mais famosos do mundo, o Coliseu de Roma, o maior anfiteatro da cidade, começou a ser construído no ano 72 d. C., pelo imperador Vespasiano, para ser inaugurado oito anos mais tarde por seu filho Tito. Viria a se tornar o grande símbolo do Império Romano com sua descomunal arena que chegou a comportar 70 mil pessoas. Elas tomavam assento para acompanhar lutas entre gladiadores, massacres entre animais ferozes, extermínios humanos e até batalhas navais, viabilizadas por toneladas de litros de água importadas de aquedutos. Há séculos as bárbaras orgias não fazem mais parte da programação, mas uma visita ao Coliseum, uma das Sete maravilhas do Mundo, continua a fazer o queixo de qualquer um cair, bem como o Arco di Constantino, alo lado do coliseu. 

























Centro da cidade durante o Império, o Foro Romano reunia os edifícios nos quais funcionavam os principais órgãos burocráticos, como os tribunais, além de estabelecimentos comerciais, templos religiosos e redutos boêmios. O que sobrou desses prédios ainda está lá, o que significa um farto cardápio de história e arquitetura a ser degustado ao ar livre, ao pé do Monte Palatino. Entre as principais ruínas se encontram o Arco de Tito, do ano 81 d.C., o Templo de Saturno, do século 5 a.C., e a Basílica Giulia, cujas origens remontam ao ano 54 a.C..





















Panteão (Pantheon) é o monumento mais bem preservado da Roma Antiga é originalmente politeísta, já que seu arquiteto, Marcus Agrippa, dedicou-o a uma série de deuses. Ao longo de seus mais de 2 mil anos de existência, porém, teve outras serventias religiosas – desde o século 7 é um templo católico – e passou por diversas transformações, parte delas devido aos incêndios que afetaram a edificação. Destacam-se suas grandes colunas coríntias e os túmulos do rei Vitório Emanuel II e de Rafael.
O grande destaque, porém, é a grande cúpula (rotonda), arrematada por um engenhoso óculo que permite a entrada de luz natural (e de chuva também, diga-se de passagem). A água que entra, aliás, é escoada por um não menos sutil sistema de drenagem. Simplesmente fabuloso, se nos lembrarmos que esse é um edifício de dois milênios de idade.