
Centro da cidade durante o Império, o Foro Romano reunia os edifícios nos quais funcionavam os principais órgãos burocráticos, como os tribunais, além de estabelecimentos comerciais, templos religiosos e redutos boêmios. O que sobrou desses prédios ainda está lá, o que significa um farto cardápio de história e arquitetura a ser degustado ao ar livre, ao pé do Monte Palatino. Entre as principais ruínas se encontram o Arco de Tito, do ano 81 d.C., o Templo de Saturno, do século 5 a.C., e a Basílica Giulia, cujas origens remontam ao ano 54 a.C..
O Panteão (Pantheon) é o monumento mais bem preservado da Roma Antiga é originalmente politeísta, já que seu arquiteto, Marcus Agrippa, dedicou-o a uma série de deuses. Ao longo de seus mais de 2 mil anos de existência, porém, teve outras serventias religiosas – desde o século 7 é um templo católico – e passou por diversas transformações, parte delas devido aos incêndios que afetaram a edificação. Destacam-se suas grandes colunas coríntias e os túmulos do rei Vitório Emanuel II e de Rafael.
O grande destaque, porém, é a grande cúpula (rotonda), arrematada por um engenhoso óculo que permite a entrada de luz natural (e de chuva também, diga-se de passagem). A água que entra, aliás, é escoada por um não menos sutil sistema de drenagem. Simplesmente fabuloso, se nos lembrarmos que esse é um edifício de dois milênios de idade.




























